400 trabalhadores da Albea do Brasil cruzam os braços em assembleia do Sindiplástico de Jundiaí - Sindicato dos Plásticos de Jundiaí

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400 trabalhadores da Albea do Brasil cruzam os braços em assembleia do Sindiplástico de Jundiaí

Depois de receber inúmeras denúncias de trabalhadores, o Sindiplástico de Jundiaí organizou uma paralisação em frente à indústria Albea do Brasil, no Distrito Industrial de Jundiaí. Cerca de 400 trabalhadores cruzaram os braços nesta quinta-feira à tarde. Entre as reivindicações estão: pagamentos das rescisões com valor zero; o pagamento de todos os dias descontados do trabalhador que apresentou atestado médico; anulação de todas as advertências e suspensões; abertura do CAT imediatamente quando ocorrer acidentes, que devem ser comunicados previamente ao sindicato; assistência e socorro imediatos ao trabalhador que passar mal e adaptação de ambulância; adoção de medidas para reduzir o excesso de ruído no setor do moinho; plano de carreira; e se forem constatadas a obrigatoriedade da hora extra e pressão psicológica no ambiente de trabalho serão caracterizadas como assédio moral. A empresa solicitou um prazo de 20 dias para encaminhar a resposta ao Sindicato, mas em assembleia, no fim da tarde, ficou definida a data-limite: 26 deste mês. “As denúncias são graves. Tem uma mãe-trabalhadora que teve que levar o filho na empresa para mostrar que ele estava doente, porque não aceitavam o atestado médico que ele levava. Isso é abuso. Não podemos deixar que os direitos do trabalhadores sejam desrespeitados”, ressalta João Henrique dos Santos, presidente do Sindiplástico.






 
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