Em defesa das sacolinhas plásticas - Sindiplástico Jundiaí - Sindicato dos Plásticos de Jundiaí

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Encontro abre diálogo entre trabaklhadores e o Governo de São Paulo.

Lideranças da Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas e Farmacêuticas do Estado de São Paulo e de seus sindicatos filiados estiveram reunidas com o governador Geraldo Alckmin, no Palácio dos Bandeirantes. As entidades representam mais de 165 mil trabalhadores nos segmentos químico, plástico, farmacêutico, abrasivos, fertilizantes, brinquedos, tintas e vernizes, entre outros.
Na ocasião, o governador foi apresentado aos presidentes dos sindicatos que integram a federação por Sergio Luiz Leite, o Serginho, presidente da entidade e 1º secretario da Força Sindical, e pelo presidente da Força Sindical São Paulo, e vice-presidente da Federação dos Químicos, Danilo Pereira da Silva.
Um dos principais temas em discussão foi a polêmica sobre as sacolinhas de plástico, proibidas nos supermercados. Na ocasião, as entidades fizeram um questionamento geral e críticas ao acordo do banimento das sacolas plásticas, uma vez que, segundo os sindicalistas, aproximadamente 35 mil trabalhadores no estado de São Paulo estariam com, seus empregos ameaçados por tal medida. Na opinião dos dirigentes, foi um acordo que beneficiou as grandes redes de supermercado, sem a participação dos trabalhadores na discussão.
O presidente do Sindicato dos Plásticos de Jundiaí e região, João Henrique dos Santos, fez uma fala forte em defesa da sacolinha de plástico, colocando para o governador que as empresas estão quebrando na região e promovendo demissões sucessivas. "Algumas, inclusive, já fecharam as portas", observou. O sindicalista solicitou ao governador que seja revisto este termo de responsabilidade assinado com Ministério Público e os supermercados. "Precisam ser estabelecidos novos prazos, onde as empresas teriam mais tempo para preparar seus maquinários, se adaptando à nova realidade", ponderou.
João Henrique dos Santos ouviu do governador que, na verdade, não existe uma lei que proíbe a distribuição de sacolinha. "O governo de São Paulo não fez nenhuma lei, nós apenas fizemos um termo de responsabilidade, não estamos proibindo nada, percebemos que existe uma tendência da população em apoiar essa iniciativa , mas admito rever o assunto", pontuou o governador . Por fim, Sergio Luiz Leite, o Serginho, solicitou um espaço permanente de diálogo com o governo do estado, objetivando construir propostas e metas que visem a implantação de políticas públicas geradoras de empregos de qualidade e consequentemente o fortalecimento da indústria paulista.


João Henrique dos Santos
Presidente do Sindicato dos Plásticos de Jundiaí e Região


 
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